Essa fragilidade chamada vida

Diante das perspectivas há o medo. Quando o caminho parece tão difícil, comecei a pensar em um tempo que ficou preso nas impossibilidades.

O choro quase preso numa visita às próprias dificuldades, na pergunta sem resposta sobre quantos dias, meses… anos… nunca saberei se ainda há tempo. Toda essa fragilidade está exposta no meu medo de endurecer, de ser trancada e esquecida dentro de mim.

É duro carregar dor e manter o olho no horizonte, carregar os traumas e os quereres, as percas e as frustrações, carregar o peso praticamente destinado, carregar a invisibilidade e as dúvidas… Existem dores que analgésico nenhum cura, sabendo disso, tento de forma quase insana me refazer.

E peço encarecidamente para ser forte, que a dor não esmague a beleza existente no amor, essa seria minha maior derrota. Que o tempo oferte o sorriso necessário, que meus pés deixem as marcas na areia da praia… E que eu possa olhar para algumas pessoas e simplesmente sorrir, daquele jeito que nem mesmo a gente sabe o motivo. Por fim que não seja transferido nenhum momento de felicidade “para outra existência”, preciso viver o que for bonito agora.

Sendo assim, quando eu partir que seja apenas mais um “sim” e vai ficar tudo bem.



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